sexta-feira, 28 de maio de 2010
Traição On Line
Homens são predadores naturais de mulheres, e ao contrário dos animais selvagens, nós, os homems, não demarcamos território urinando em nossas parceiras-quarto-cama, então, todo cuidado é pouco, e sempre devemos estar atentos com outros homens que chegam perto de nossas, digamos, companheiras. Perceba que não se trata de ciúmes, mas sim de preservação da posição dominante.
Na internet, tais cuidados não são tão simples de serem tomados. Não é legal policiar os contatos do MSN de sua namorada, pois você também não quer que ela faça isso com seu MSN. Sem contar scraps ‘perdidos’ no orkut, sejam de ex-namorados dela, ou de ‘flertantes alheios’, e é aí que surge um problema: e se ela corresponder às cantadas que recebe? Seria você um corno digital? E se ela faz um streap para seu amigo?! Já parou para pensar nisso?!
É possível haver traição virtual?
A resposta — talvez óbvia — é sim. Em se tratando de relacionamento, fidelidade é fundamental, e algo que vai além: respeito, e estas atitudes não se limitam apenas ao mundo real, por assim dizer.
Se sua garota, sabendo que você aparentemente não verá, aceita as cantadas de outros homems, é porque ela não te respeita, uma vez que não se importa com o que você pensaria a respeito das tais cantadas. Ou seja, ela trai você sim. Portanto, todo cuidado é pouco, mas também não é motivo para paranóias, mas sabe como é, antes prevenir do que remediar…
Fonte: http://www.supra-sumo.org/2007/traicao-virtual-e-possivel-ser-um-chifrudo-online
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Depois da separação: 9 etapas para retomar a vida

Os principais momentos do fim de um casamento e o que fazer para tornar o período menos doloroso
Casais se separam por diferentes motivos, mas acabam passando pelas mesmas fases emocionais após o término da relação - desde as conversas tempestuosas até a divisão de bens e a procura de um novo amor. E se o processo de ruptura costuma ser doloroso, algumas iniciativas podem ajudar na reorganização da própria vida e na
conquista do equilíbrio perdido.
Bortoleti, 36, separada há um mês,depois que descobriu uma traição do marido. (Continue lendo a história dela)
Mas a angústia está presente nos dois casos. “Admitir para si mesma que o relacionamento acabou e que não deu certo é difícil, porque é um projeto de vida”, diz Eliane Santoro, autora do livro “Divórcio para elas”, no qual conta a trajetória de dez mulheres e suas separações.
“Pensei um ano antes de tomar a decisão. Foi a parte mais difícil”, diz a advogada Flávia Penido, 41, divorciada há 10 anos. Segundo o psicólogo Ailton Amélio da Silva, quem toma a iniciativa, em geral, já esta em vantagem porque escolheu o momento para fazer a ruptura. Obviamente, isso não se aplica aos casos de traição, pois o parceiro traído é empurrado para uma escolha óbviamente difícil.
2. Palavras duras
As conversas entre o casal que está se separando costumam ter lavagem de roupa suja. “Percebi que o mais importante é deixar as armas no chão, manter o diálogo e o nível do respeito mútuo mesmo nos momentos mais críticos”, avalia Santoro. Ailton recomenda que a ruptura seja feita com o mínimo de agressões, principalmente quanto há filhos envolvidos. “Dá vontade de lesar o outro, dá raiva, mas não recomendo conturbar mais a conversa”, diz ele.
3. Os filhos
A melhor atitude é abrir o jogo. “Os filhos têm que ser comunicados", diz Ailton. E mesmo se a situação estiver tensa e os dois desgastados, é importante não contaminar a criança. O psicólogo explica que os filhos podem ter danos emocionais severos quando os pais ficam agressivos ou são usados como “massa de manobra”. No caso de Flávia, ela e o então marido esperaram o filho voltar de uma viagem para contar da mudança.
4. Suas coisas, minhas coisas
A divisão de bens e objetos é provavelmente a etapa mais simbólica da separação. Lidar com as coisas do outro e limpar armários é dolorido, mas Ailton indica que o processo não seja adiado. “Se existem coisas da outra pessoa na sua casa é porque você ainda não se separou”, fala. “Esse processo de divisão dá pano pra manga, pode causar ressentimentos”, completa.
5. Luto é necessário
Assumir a tristeza faz parte da recuperação. Depois de sentimentos como raiva, algumas pessoas sentem a dor diferente. “É preciso encarar. As separações têm um momento de revolta e inconformismo, seguido do luto, para depois a pessoa ficar mais compenetrada”, indica o psicólogo.
6. Exercitar a individualidade
Passar algum tempo sozinha - em casa ou fora - é um caminho para se recompor. Flávia diz que passou alguns meses saindo em “carreira solo”, sem contar nem mesmo aos amigos. “É bom até para entrar em outro relacionamento mais inteira, menos influenciada por necessidades extremas, como carência”, avalia Ailton. Esse período também pode trazer sentimentos bons, de liberdade, alívio e a entrada de uma nova fase, segundo avalia Eliane Santoro.
7. Datas comemorativas
Elas vão chegar... O primeiro Natal, Dia dos Namorados e aniversário de casamento. Essas datas ícones trazem à tona o peso da separação. Fazer um programa diferente, uma viagem e até trabalhar bastante ajudam a desviar o foco destas marcas no calendário.
8. Renovação
Redecorar a casa, trocar a cama, comprar roupas novas e mudar o corte de cabelo. Essas iniciativas ajudam a trabalhar a autoestima e começar uma nova fase na vida. “As mulheres correm para a academia”, brinca Ailton. Esse é o momento de entrar em um curso, fazer novas amizades e se redescobrir.
9. O novo relacionamento
“Não sabia paquerar. Ainda mais porque casei com meu primeiro namorado sério”, relata Flávia sobre a retomada de sua vida afetiva depois da separação. Ela diz que demorou pelo menos um ano para sair com outra pessoa e mais ainda para conseguir se envolver.
O segredo para quem quer voltar à ativa é não ter pressa em encontrar alguém só para preencher o espaço deixado pelo último companheiro. “A separação psicológica e a retomada de uma identidade pessoal ou social podem demorar até dez anos caso o relacionamento anterior fosse muito estruturado”, relata Ailton. Mas nem todo mundo é assim, explica o psicólogo.
“Terapia de pobre é blog”

Conheça a história de Débora Bortoleti; ela desabafa num blog as dificuldades da separação.Débora Bortoleti e a imagem de Santo Antônio que encontrou quebrada.
Ela conta sua experiência de separaçãoem um blog, o "Deh-vorciada"
“Os primeiros dias foram os piores da minha vida. Não sei como cheguei até agora, como consegui falar”, diz Débora Bortoleti, 36, separada há um mês, depois que descobriu uma traição do marido.
Para desabafar, a funcionária pública buscou um caminho diferente: abriu o blog "Deh-vorciada", onde posta textos sobre seu dia a dia de recém divorciada. “É o que eu estou sentindo agora. É muito traumático para quem está sozinha”, conta. “É uma forma de desabafar, colocar para fora. Terapia de pobre é blog”, diz.
Ela sente de perto os sofrimentos que envolvem um rompimento: é difícil ouvir música, comer, contar para as pessoas e usar o termo “ex” para se referir ao homem com quem até pouco tempo dividia a vida. “Tem pouca gente que fala sobre isso desse jeito. Falam muito de casamento e pouco da separação”, percebe.O relato mais curioso de Débora é do momento que estava empacotando os pertences do marido. Ela conta que achou a imagem de Santo Antônio, que ganhou antes de casar, quebrada na estante de casa enquanto empacotava os pertences do ex-marido. E a foto do santo sem cabeça foi parar no blog.
Mulheres querem se casar mais cedo

Pressa para ter união estável é explicada pelo medo da solteirice e impressão de ter deixado grande amor escapar
Levantamento recente com duas mil mulheres mostra que elas querem se casar cedo e têm medo de não encontrar o par ideal. Essa “síndrome de Bridget Jones”, baseada na personagem do cinema que fica solteira até depois dos 30 anos, questiona a imagem de mulher contemporânea que coloca a carreira e vida social na frente do relacionamento e da família.
De acordo com a pesquisa, publicada na revista More, mulheres de 20 e poucos anos disseram, em média, que a idade ideal para se casar é 26 anos – e o nascimento do primeiro filho vem 12 meses depois.
Entre essas mulheres, 40% acham que já deixaram passar o homem certo para suas vidas, mas 99% acham que é precipitado se casar antes dos 21 anos.
O casamento é visto como o principal compromisso pelas mulheres: 68% colocaram a união estável acima de ter um bebê ou comprar uma casa com o parceiro e 60% dizem que é essencial estar casada para ter filhos.
Ter inimigos na infância pode ser saudável

Especialistas mostram que algumas relações antagônicas são importantes para a criação de laços sociais
Sabe aquela grande amizade que você teve na infância e que depois virou um pesadelo na adolescência? Segundo psicólogos norte-americanos, essa relação pode ter sido benéfica para você.
Pesquisadores de diversas áreas dos Estados Unidos vêm estudando relacionamentos em que há uma hostilidade mútua. A conclusão é que eles melhoram as relações sociais dos envolvidos. “É de se esperar que tanto a amizade quanto o antagonismo apresentem oportunidades de crescimento”, afirma a psicóloga Maurissa Abecassis, da Colby-Sawyer College, em New Hampshire, nos Estados Unidos, ao jornal The New York Times.
O “antagonismo recíproco” é uma relação em que ambas as pessoas se tratam com desprezo ou hostilidade. Estudos mostram que o número de adolescentes que tem esse tipo de relação chega a 70% nos EUA. O psicólogo Noel A. Card, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, relata em sua pesquisa que muitos destes relacionamentos antagônicos acabam acontecendo em decorrência de uma amizade que não acaba bem.
Em uma série de experimentos, um grupo de psicólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisou este tipo de relacionamento em 2003 estudantes do ensino médio. Foi descoberto que a maioria dos adolescentes que responde às hostilidades de seus desafetos tem melhores notas e uma habilidade social mais desenvolvida.
A pesquisadora que liderou o grupo, Melissa Witkow, disse ao NYT que as pessoas costumam procurar uma relação simétrica, em que há um equilíbrio dos sentimentos dados e recebidos. Isso significa que quando alguém demonstra que não gosta de uma determinada pessoa, pode estar tendo apenas uma ação adaptativa, ou seja, desgostando de volta.
A principal consequência desse tipo de relação, segundo os psicólogos, é um maior autoconhecimento. Psicanalistas explicam que os grupos tendem a ficar mais coesos e com mais autoestima quando colocados em xeque por inimigos. Da mesma forma, as pessoas conseguem analisar mais os seus próprios defeitos ao se projetarem em seus inimigos.
Enfim, um inimigo real pode preparar o jovem para evitar as pessoas falsas e de pouca confiança na vida adulta. “No começo, ela parecia uma amiga incrível, mas depois, quando me aproximei mais, percebi que tipo de pessoa ela era”, diz uma garota no estudo de Card. Segundo o psicólogo, se a pessoa não conhece os tipos de pessoas, é mais difícil para ela descobrir a que tipo pertence.
Simpatia de amor fechada a cadeado

Na cidade de Roma, jovens colocam cadeados em uma ponte para lá de romântica - e jogam a chave fora
Federico era apenas mais um garoto comum da cidade de Roma, tímido demais para atrair as garotas. Quando se apaixonava, escrevia milhares de cartas românticas, que nunca tinha coragem de enviar. Um dia, perguntou a sua tia Anna, professora de História, se Roma tinha alguma lenda de amor. Ela disse que não. Então Federico resolveu criar uma lenda urbana ele próprio. Escreveu a estória de um casal apaixonado que engancha um cadeado num dos postes de luz da Ponte Mílvio e joga a chave no rio Tíber para que seu amor dure para sempre. Federico transformou a ideia no livro "Te quero", em 1996. Em 2007, o livro virou filme com Riccardo Scamarcio, o ator mais lindo do cinema italiano no momento. A mania dos cadeados virou febre. Estava criada a lenda. Foi assim que o garoto tímido deu lugar a Federico Moccia, o escritor preferido dos adolescentes, na Itália.
A Ponte Mílvio – alguns a chamam Mílvia – passa sobre o Tíber, rio símbolo de Roma, e fica na região norte da cidade, bem perto do Estádio Olímpico. Ao todo, a ponte tem dez postes, todos carregados de cadeados de todas as cores e tamanhos, que foram pouco a pouco sendo colocados ali pelos casais apaixonados. Uns são até presos por correntes grossas, como aquelas de moto. Muitos casais escrevem seus nomes nos cadeados ou deixam bilhetes com mensagens. Os muros da ponte servem como um grande mural, onde cada um escreve seu nome e uma mensagem carinhosa.
Para quem se esquece de levar o cadeado para a sua simpatia de amor, é possível comprá-lo com um dos diversos ambulantes que trabalham na ponte. Os preços variam entre 1 e 10 euros. Os de 10 euros (cerca de trinta reais) dariam para trancar uma casa, de tão grandes. Em cada banquinha os ambulantes mantêm um pincel atômico à disposição para quem queira escrever nos cadeados.
Há dois anos, um dos lampiões até caiu com o peso de tanto amor. Na época, a prefeitura quis mudar os cadeados de lugar. Afinal de contas, a Ponte Mílvio tem quase dois mil anos, e uma providência precisava ser tomada para resolver o problema daquela invasão de cadeados. Não adiantou. A garotada apaixonada protestou e os cadeados ficaram lá mesmo, passando a ser considerados um “bem cultural da cidade de Roma”.
Histórias
A Ponte Mílvio é a ponte mais antiga de Roma e está nos registros históricos desde 206 a.C. Foi ali que Constantino, em 312 d.C., fez com que seus soldados usassem, pela primeira vez, o símbolo da cruz cristã nos escudos, na batalha contra Maxêncio. Constantino venceu a batalha e tornou-se imperador. Até mesmo Giuseppe Garibaldi, conhecido dos brasileiros, tem participação na história da ponte. Em 1849, ele explodiu parte dela para defender Roma dos franceses.
Noemi, 20, e Benjamin, 19, um casal de turistas suíços, estão juntos há dois anos. Só vão ficar em Roma uma semana, mas no roteiro da viagem incluíram ir à Ponte Mílvio para a simpatia. Fecham seu cadeado num lampião, jogam as chaves nas águas verdes do Tíber e se beijam. “Espero que dê tudo certo”, ele diz. Além deles, os jovens bolivianos Yuvinca e Israel também aparecem, compram um cadeado e tiram fotos. “Fazemos fé para o amor durar”, torcem.
Gianni e Francesca têm 16 anos e moram em Roma. Faz uma semana que estão juntos. Ele é tímido, e não quer falar sobre o namoro. Mas compra um cadeado enorme, vermelho, e escreve nele algo como “juntos para sempre”. “Fiquei surpresa”, confessa Francesca. “Não esperava que ele se declarasse assim, nem que fosse aqui”. Gianni desconversa e os dois se afastam. Claro, querem um momento a sós para atirar as chaves no rio, sem ninguém por perto fazendo perguntas.
Mas não são todos que gostam da moda dos cadeados. Alvaro, professor de Italiano, olha com tristeza para a massa compacta de ferro colorido: “Não li o livro de Moccia nem vi o filme com Riccardo Scamarcio. Desconfio de tudo o que seja massificado. Esta ponte era conhecida porque mudou a História, e agora só se lembram dela pelos cadeados”, lamenta.
O professor reclama dos garotos ricos que enchem o local à noite, roncando suas Ferrari. De fato, depois do sucesso do livro de Moccia e do filme de Scamarcio, a Ponte Mílvio virou um point para os adolescentes romanos, e uma passarela de gente bonita.
Alguns dizem que prender cadeados nos postes das pontes não é uma invenção de Federico Moccia. Conta-se que, na cidade de Firenze, os aspirantes a oficial da Academia Scuola di Sanità costumavam enganchar o cadeado de seus armários nos postes da chamada Ponte Vecchio. Depois, jogavam a chave no rio para nunca mais terem que voltar para o quartel.
Para tentar conter a polêmica sobre a conservação do patrimônio, foram criados sites onde os namorados podem colocar virtualmente seus cadeados, como o www.lucchettipontemilvio. No www.unlucchettoxsempre (um cadeado para sempre, em Italiano), é possível colocar cadeados em monumentos não somente da Itália, mas do mundo todo.
Além de Roma, Milão (na Ponte della Sirenetta, ou Sereiazinha), Ferrara, Bolzano, Viterbo e várias outras cidades italianas já têm, cada um, uma ponte para os casais apaixonados colocarem seu cadeados.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Outras doenças que envolvem a Saúde Sexual
