sexta-feira, 28 de maio de 2010

Traição On Line

Talvez ciúmes seja algo retrógrado, uma vez que as coisas tendem a ser mais liberais, mas sabe como é, quem gosta cuida, e quem não gosta de ser chamado de chifrudo, cuida mais ainda. O fato é que internet é algo comum, e não mais brinquedo de adolescentes playboys, por assim dizer. Assim como você acessa a internet, sua namorada também o faz, e é aí que está o problema…


Homens são predadores naturais de mulheres, e ao contrário dos animais selvagens, nós, os homems, não demarcamos território urinando em nossas parceiras-quarto-cama, então, todo cuidado é pouco, e sempre devemos estar atentos com outros homens que chegam perto de nossas, digamos, companheiras. Perceba que não se trata de ciúmes, mas sim de preservação da posição dominante.

Na internet, tais cuidados não são tão simples de serem tomados. Não é legal policiar os contatos do MSN de sua namorada, pois você também não quer que ela faça isso com seu MSN. Sem contar scraps ‘perdidos’ no orkut, sejam de ex-namorados dela, ou de ‘flertantes alheios’, e é aí que surge um problema: e se ela corresponder às cantadas que recebe? Seria você um corno digital? E se ela faz um streap para seu amigo?! Já parou para pensar nisso?!

É possível haver traição virtual?

A resposta — talvez óbvia — é sim. Em se tratando de relacionamento, fidelidade é fundamental, e algo que vai além: respeito, e estas atitudes não se limitam apenas ao mundo real, por assim dizer.

Se sua garota, sabendo que você aparentemente não verá, aceita as cantadas de outros homems, é porque ela não te respeita, uma vez que não se importa com o que você pensaria a respeito das tais cantadas. Ou seja, ela trai você sim. Portanto, todo cuidado é pouco, mas também não é motivo para paranóias, mas sabe como é, antes prevenir do que remediar…

Fonte: http://www.supra-sumo.org/2007/traicao-virtual-e-possivel-ser-um-chifrudo-online

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Depois da separação: 9 etapas para retomar a vida




















Os principais momentos do fim de um casamento e o que fazer para tornar o período menos doloroso


Casais se separam por diferentes motivos, mas acabam passando pelas mesmas fases emocionais após o término da relação - desde as conversas tempestuosas até a divisão de bens e a procura de um novo amor. E se o processo de ruptura costuma ser doloroso, algumas iniciativas podem ajudar na reorganização da própria vida e na
conquista do equilíbrio perdido.
Bortoleti, 36, separada há um mês,depois que descobriu uma traição do marido. (
Continue lendo a história dela)

Mas a angústia está presente nos dois casos. “Admitir para si mesma que o relacionamento acabou e que não deu certo é difícil, porque é um projeto de vida”, diz Eliane Santoro, autora do livro “Divórcio para elas”, no qual conta a trajetória de dez mulheres e suas separações.

“Pensei um ano antes de tomar a decisão. Foi a parte mais difícil”, diz a advogada Flávia Penido, 41, divorciada há 10 anos. Segundo o psicólogo Ailton Amélio da Silva, quem toma a iniciativa, em geral, já esta em vantagem porque escolheu o momento para fazer a ruptura. Obviamente, isso não se aplica aos casos de traição, pois o parceiro traído é empurrado para uma escolha óbviamente difícil.

2. Palavras duras
As conversas entre o casal que está se separando costumam ter lavagem de roupa suja. “Percebi que o mais importante é deixar as armas no chão, manter o diálogo e o nível do respeito mútuo mesmo nos momentos mais críticos”, avalia Santoro. Ailton recomenda que a ruptura seja feita com o mínimo de agressões, principalmente quanto há filhos envolvidos. “Dá vontade de lesar o outro, dá raiva, mas não recomendo conturbar mais a conversa”, diz ele.

3. Os filhos
A melhor atitude é abrir o jogo. “Os filhos têm que ser comunicados", diz Ailton. E mesmo se a situação estiver tensa e os dois desgastados, é importante não contaminar a criança. O psicólogo explica que os filhos podem ter danos emocionais severos quando os pais ficam agressivos ou são usados como “massa de manobra”. No caso de Flávia, ela e o então marido esperaram o filho voltar de uma viagem para contar da mudança.

4. Suas coisas, minhas coisas
A divisão de bens e objetos é provavelmente a etapa mais simbólica da separação. Lidar com as coisas do outro e limpar armários é dolorido, mas Ailton indica que o processo não seja adiado. “Se existem coisas da outra pessoa na sua casa é porque você ainda não se separou”, fala. “Esse processo de divisão dá pano pra manga, pode causar ressentimentos”, completa.

5. Luto é necessário
Assumir a tristeza faz parte da recuperação. Depois de sentimentos como raiva, algumas pessoas sentem a dor diferente. “É preciso encarar. As separações têm um momento de revolta e inconformismo, seguido do luto, para depois a pessoa ficar mais compenetrada”, indica o psicólogo.

6. Exercitar a individualidade
Passar algum tempo sozinha - em casa ou fora - é um caminho para se recompor. Flávia diz que passou alguns meses saindo em “carreira solo”, sem contar nem mesmo aos amigos. “É bom até para entrar em outro relacionamento mais inteira, menos influenciada por necessidades extremas, como carência”, avalia Ailton. Esse período também pode trazer sentimentos bons, de liberdade, alívio e a entrada de uma nova fase, segundo avalia Eliane Santoro.

7. Datas comemorativas
Elas vão chegar... O primeiro Natal, Dia dos Namorados e aniversário de casamento. Essas datas ícones trazem à tona o peso da separação. Fazer um programa diferente, uma viagem e até trabalhar bastante ajudam a desviar o foco destas marcas no calendário.

8. Renovação
Redecorar a casa, trocar a cama, comprar roupas novas e mudar o corte de cabelo. Essas iniciativas ajudam a trabalhar a autoestima e começar uma nova fase na vida. “As mulheres correm para a academia”, brinca Ailton. Esse é o momento de entrar em um curso, fazer novas amizades e se redescobrir.

9. O novo relacionamento
“Não sabia paquerar. Ainda mais porque casei com meu primeiro namorado sério”, relata Flávia sobre a retomada de sua vida afetiva depois da separação. Ela diz que demorou pelo menos um ano para sair com outra pessoa e mais ainda para conseguir se envolver.

O segredo para quem quer voltar à ativa é não ter pressa em encontrar alguém só para preencher o espaço deixado pelo último companheiro. “A separação psicológica e a retomada de uma identidade pessoal ou social podem demorar até dez anos caso o relacionamento anterior fosse muito estruturado”, relata Ailton. Mas nem todo mundo é assim, explica o psicólogo.

“Terapia de pobre é blog”










Conheça a história de Débora Bortoleti; ela desabafa num blog as dificuldades da separação.Débora Bortoleti e a imagem de Santo Antônio que encontrou quebrada.

Ela conta sua experiência de separação
em um blog, o "Deh-vorciada"

“Os primeiros dias foram os piores da minha vida. Não sei como cheguei até agora, como consegui falar”, diz Débora Bortoleti, 36, separada há um mês, depois que descobriu uma traição do marido.

Para desabafar, a funcionária pública buscou um caminho diferente: abriu o blog "Deh-vorciada", onde posta textos sobre seu dia a dia de recém divorciada. “É o que eu estou sentindo agora. É muito traumático para quem está sozinha”, conta. “É uma forma de desabafar, colocar para fora. Terapia de pobre é blog”, diz.

Ela sente de perto os sofrimentos que envolvem um rompimento: é difícil ouvir música, comer, contar para as pessoas e usar o termo “ex” para se referir ao homem com quem até pouco tempo dividia a vida. “Tem pouca gente que fala sobre isso desse jeito. Falam muito de casamento e pouco da separação”, percebe.

O relato mais curioso de Débora é do momento que estava empacotando os pertences do marido. Ela conta que achou a imagem de Santo Antônio, que ganhou antes de casar, quebrada na estante de casa enquanto empacotava os pertences do ex-marido. E a foto do santo sem cabeça foi parar no blog.

Mulheres querem se casar mais cedo










Pressa para ter união estável é explicada pelo medo da solteirice e impressão de ter deixado grande amor escapar



Levantamento recente com duas mil mulheres mostra que elas querem se casar cedo e têm medo de não encontrar o par ideal. Essa “síndrome de Bridget Jones”, baseada na personagem do cinema que fica solteira até depois dos 30 anos, questiona a imagem de mulher contemporânea que coloca a carreira e vida social na frente do relacionamento e da família.
De acordo com a pesquisa, publicada na revista More, mulheres de 20 e poucos anos disseram, em média, que a idade ideal para se casar é 26 anos – e o nascimento do primeiro filho vem 12 meses depois.

Entre essas mulheres, 40% acham que já deixaram passar o homem certo para suas vidas, mas 99% acham que é precipitado se casar antes dos 21 anos.

O casamento é visto como o principal compromisso pelas mulheres: 68% colocaram a união estável acima de ter um bebê ou comprar uma casa com o parceiro e 60% dizem que é essencial estar casada para ter filhos.

Ter inimigos na infância pode ser saudável


Especialistas mostram que algumas relações antagônicas são importantes para a criação de laços sociais



Sabe aquela grande amizade que você teve na infância e que depois virou um pesadelo na adolescência? Segundo psicólogos norte-americanos, essa relação pode ter sido benéfica para você.

Pesquisadores de diversas áreas dos Estados Unidos vêm estudando relacionamentos em que há uma hostilidade mútua. A conclusão é que eles melhoram as relações sociais dos envolvidos. “É de se esperar que tanto a amizade quanto o antagonismo apresentem oportunidades de crescimento”, afirma a psicóloga Maurissa Abecassis, da Colby-Sawyer College, em New Hampshire, nos Estados Unidos, ao jornal The New York Times.

O “antagonismo recíproco” é uma relação em que ambas as pessoas se tratam com desprezo ou hostilidade. Estudos mostram que o número de adolescentes que tem esse tipo de relação chega a 70% nos EUA. O psicólogo Noel A. Card, da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, relata em sua pesquisa que muitos destes relacionamentos antagônicos acabam acontecendo em decorrência de uma amizade que não acaba bem.

Em uma série de experimentos, um grupo de psicólogos da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pesquisou este tipo de relacionamento em 2003 estudantes do ensino médio. Foi descoberto que a maioria dos adolescentes que responde às hostilidades de seus desafetos tem melhores notas e uma habilidade social mais desenvolvida.

A pesquisadora que liderou o grupo, Melissa Witkow, disse ao NYT que as pessoas costumam procurar uma relação simétrica, em que há um equilíbrio dos sentimentos dados e recebidos. Isso significa que quando alguém demonstra que não gosta de uma determinada pessoa, pode estar tendo apenas uma ação adaptativa, ou seja, desgostando de volta.

A principal consequência desse tipo de relação, segundo os psicólogos, é um maior autoconhecimento. Psicanalistas explicam que os grupos tendem a ficar mais coesos e com mais autoestima quando colocados em xeque por inimigos. Da mesma forma, as pessoas conseguem analisar mais os seus próprios defeitos ao se projetarem em seus inimigos.

Enfim, um inimigo real pode preparar o jovem para evitar as pessoas falsas e de pouca confiança na vida adulta. “No começo, ela parecia uma amiga incrível, mas depois, quando me aproximei mais, percebi que tipo de pessoa ela era”, diz uma garota no estudo de Card. Segundo o psicólogo, se a pessoa não conhece os tipos de pessoas, é mais difícil para ela descobrir a que tipo pertence.

Simpatia de amor fechada a cadeado













Na cidade de Roma, jovens colocam cadeados em uma ponte para lá de romântica - e jogam a chave fora


Federico era apenas mais um garoto comum da cidade de Roma, tímido demais para atrair as garotas. Quando se apaixonava, escrevia milhares de cartas românticas, que nunca tinha coragem de enviar. Um dia, perguntou a sua tia Anna, professora de História, se Roma tinha alguma lenda de amor. Ela disse que não. Então Federico resolveu criar uma lenda urbana ele próprio. Escreveu a estória de um casal apaixonado que engancha um cadeado num dos postes de luz da Ponte Mílvio e joga a chave no rio Tíber para que seu amor dure para sempre. Federico transformou a ideia no livro "Te quero", em 1996. Em 2007, o livro virou filme com Riccardo Scamarcio, o ator mais lindo do cinema italiano no momento. A mania dos cadeados virou febre. Estava criada a lenda. Foi assim que o garoto tímido deu lugar a Federico Moccia, o escritor preferido dos adolescentes, na Itália.

A Ponte Mílvio – alguns a chamam Mílvia – passa sobre o Tíber, rio símbolo de Roma, e fica na região norte da cidade, bem perto do Estádio Olímpico. Ao todo, a ponte tem dez postes, todos carregados de cadeados de todas as cores e tamanhos, que foram pouco a pouco sendo colocados ali pelos casais apaixonados. Uns são até presos por correntes grossas, como aquelas de moto. Muitos casais escrevem seus nomes nos cadeados ou deixam bilhetes com mensagens. Os muros da ponte servem como um grande mural, onde cada um escreve seu nome e uma mensagem carinhosa.

Para quem se esquece de levar o cadeado para a sua simpatia de amor, é possível comprá-lo com um dos diversos ambulantes que trabalham na ponte. Os preços variam entre 1 e 10 euros. Os de 10 euros (cerca de trinta reais) dariam para trancar uma casa, de tão grandes. Em cada banquinha os ambulantes mantêm um pincel atômico à disposição para quem queira escrever nos cadeados.

Há dois anos, um dos lampiões até caiu com o peso de tanto amor. Na época, a prefeitura quis mudar os cadeados de lugar. Afinal de contas, a Ponte Mílvio tem quase dois mil anos, e uma providência precisava ser tomada para resolver o problema daquela invasão de cadeados. Não adiantou. A garotada apaixonada protestou e os cadeados ficaram lá mesmo, passando a ser considerados um “bem cultural da cidade de Roma”.

Histórias

A Ponte Mílvio é a ponte mais antiga de Roma e está nos registros históricos desde 206 a.C. Foi ali que Constantino, em 312 d.C., fez com que seus soldados usassem, pela primeira vez, o símbolo da cruz cristã nos escudos, na batalha contra Maxêncio. Constantino venceu a batalha e tornou-se imperador. Até mesmo Giuseppe Garibaldi, conhecido dos brasileiros, tem participação na história da ponte. Em 1849, ele explodiu parte dela para defender Roma dos franceses.

Noemi, 20, e Benjamin, 19, um casal de turistas suíços, estão juntos há dois anos. Só vão ficar em Roma uma semana, mas no roteiro da viagem incluíram ir à Ponte Mílvio para a simpatia. Fecham seu cadeado num lampião, jogam as chaves nas águas verdes do Tíber e se beijam. “Espero que dê tudo certo”, ele diz. Além deles, os jovens bolivianos Yuvinca e Israel também aparecem, compram um cadeado e tiram fotos. “Fazemos fé para o amor durar”, torcem.

Gianni e Francesca têm 16 anos e moram em Roma. Faz uma semana que estão juntos. Ele é tímido, e não quer falar sobre o namoro. Mas compra um cadeado enorme, vermelho, e escreve nele algo como “juntos para sempre”. “Fiquei surpresa”, confessa Francesca. “Não esperava que ele se declarasse assim, nem que fosse aqui”. Gianni desconversa e os dois se afastam. Claro, querem um momento a sós para atirar as chaves no rio, sem ninguém por perto fazendo perguntas.

Mas não são todos que gostam da moda dos cadeados. Alvaro, professor de Italiano, olha com tristeza para a massa compacta de ferro colorido: “Não li o livro de Moccia nem vi o filme com Riccardo Scamarcio. Desconfio de tudo o que seja massificado. Esta ponte era conhecida porque mudou a História, e agora só se lembram dela pelos cadeados”, lamenta.

O professor reclama dos garotos ricos que enchem o local à noite, roncando suas Ferrari. De fato, depois do sucesso do livro de Moccia e do filme de Scamarcio, a Ponte Mílvio virou um point para os adolescentes romanos, e uma passarela de gente bonita.

Alguns dizem que prender cadeados nos postes das pontes não é uma invenção de Federico Moccia. Conta-se que, na cidade de Firenze, os aspirantes a oficial da Academia Scuola di Sanità costumavam enganchar o cadeado de seus armários nos postes da chamada Ponte Vecchio. Depois, jogavam a chave no rio para nunca mais terem que voltar para o quartel.

Para tentar conter a polêmica sobre a conservação do patrimônio, foram criados sites onde os namorados podem colocar virtualmente seus cadeados, como o www.lucchettipontemilvio. No www.unlucchettoxsempre (um cadeado para sempre, em Italiano), é possível colocar cadeados em monumentos não somente da Itália, mas do mundo todo.

Além de Roma, Milão (na Ponte della Sirenetta, ou Sereiazinha), Ferrara, Bolzano, Viterbo e várias outras cidades italianas já têm, cada um, uma ponte para os casais apaixonados colocarem seu cadeados.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Outras doenças que envolvem a Saúde Sexual


Impotência sexual
A impotência é causada por uma série de disfunções de ordens física e psicológica. Este problema pode ser dividido entre orgânico (quando se relaciona com um órgão ou com um sistema do corpo) ou psicológico. A maioria dos casos, no entanto, está relacionada aos dois fatores. Problemas de ereção geralmente trazem reações emocionais e psicológicas fortes nos homens. Ela costuma aparecer em homens que estejam extremamente ansiosos e estressados. Por isso, é preciso reconhecer este estado de estresse para evitar complicações sexuais. E saiba que: Quase toda doença pode afetar a capacidade de ereção se tiver como resultado alterações nos nervos, nos vasos sanguíneos ou no sistema hormonal. Muitas moléstias também podem produzir mudanças no tecido muscular que forma o pênis ou então influenciar o humor e o comportamento dos homens Doenças vasculares são responsáveis por nada menos do que quase 50% dos casos de impotência em homens com mais de 50 anos. Dentre estas doenças temos a arteriosclerose (gordura depositada na parede das artérias que dificulta o fluxo de sangue); ataques do coração, doença vascular periférica e pressão alta. O fumo também é considerado um fato de risco relevante para a disfunção erétil, uma vez que está associada a problemas vasculares que podem reduzir a quantidade de sangue que flui pelo pênis Trauma nos nervos e vasos sanguíneos da região pélvica é outro potencial fator de risco Medicamentos utilizados para tratar outros problemas médicos podem causar impotência Algumas doenças também estão associadas à disfunção erétil. São elas diabetes; escleroderma; problemas renais; cirrose; câncer; epilepsia; derrame; esclerose múltipla; síndrome de Guillain-Barré; Mal de Alzheimer; Mal de Parkinson; hipertireoidismo; hipotireoidismo; hipogonadismo; doença de Peyronie; priapismo; depressão; desnutrição; falta de zinco; anemia de célula; leucemia.Diabetes e impotênciaPara entender como o diabetes pode levar à impotência, primeiro você precisa entender como funciona o processo de ereção. Anatomia da ereçãoNa cavidade do pênis existem dois compartimentos (câmaras) localizados lado a lado feitos de tecido esponjoso e chamados de corpo cavernoso. São os principais responsáveis pela ereção. Logo abaixo deles existe outro compartimento chamado de corpo esponjoso. A uretra, que carrega sêmen e urina, atravessa o centro deste local. O corpo cavernoso é feito de pequenas artérias e veias, fibras musculares e espaços vazios. Este compartimento é envolto por um fino tecido. Quando o pênis fica ereto, sinais nervosos do cérebro e das terminações nervosas do pênis fazem com que os músculos dos compartimentos relaxem e as artérias se dilatem. Isto permite que o sangue corra para dentro dos espaços vazios que existem no interior do pênis. A pressão do sangue faz com que o tecido que reveste os corpos pressione as veias que normalmente drenam o sangue para fora do pênis. Isso faz com que o sangue fique preso no órgão. Quando o acúmulo de sangue, o pênis se expande e o homem tem uma ereção. Quando a excitação passa, os músculos se contraem novamente, retiram a pressão causada pelas veias e permite que o sangue flua do pênis para outras partes do corpo. Aí o órgão volta a seu estado de relaxamento e fica flácido. Diabetes: agravante para a disfunção erétil Muitos dos problemas comuns relacionadas do diabetes podem levar à impotência. Por isso, estudos mostram que entre 35% e 75% dos diabéticos sofrem com algum grau de disfunção erétil. Se você tem dificuldade de conseguir uma ereção, uma série de problemas deve estar ocorrendo no seu corpo. Óxido nítrico é uma substância química liberada no sangue pelos vasos sanguíneos. Ele age como uma mensagem química e faz com que os músculos e artérias do pênis relaxem e deixem o sangue fluir.Altos níveis de açúcar no sangue, que precisam ser controlados caso você tenha diabetes, comprometem o funcionamento de vasos e nervos e atrapalham o funcionamento de uma série de processos do corpo humano. Um deles é a resposta sexual a estímulos externos. Lesões nos vasos sanguíneos bloqueiam a liberação de óxido nítrico. A falta desta substância resulta na constrição dos vasos e reduz a quantidade de sangue que flui para o pênis. Além do diabetes, a pressão alta e níveis elevados de colesterol no sangue também ampliam estes problemas, já que reduzem os vasos sanguíneos e comprometem a circulação do sangue. Ainda que o diabetes possa atrapalhar sua vida sexual, é possível reverter esta situação. Um estilo de vida mais saudável, com dieta, exercícios e medicação, se necessária, ajudam a controlar o diabetes e, consequentemente, reduzem a chance de problemas com impotência. Pressão alta e impotênciaPara tratar a disfunção erétil primeiro você precisa controlar sua pressão sanguínea. Algumas pessoas conseguem fazer isso por meio de mudanças no estilo de vida, já outras precisam da ajuda de medicamentos para baixar a pressão. Para muitos homens, entretanto, os remédios atualmente utilizados para o tratamento da pressão alta podem causar problemas de ereção. Por causa de efeitos colaterais como este, cerca de 70% dos homens com problema de pressão alta deixam de tomar os medicamentos prescritos por seus médicos. Sabe-se que diuréticos e bloqueadores de beta pode levar à impotência. E quase sempre estas são as primeiras medicações que os médicos prescrevem para pacientes com pressão alta que não conseguem reduzir a pressão por meio apenas de dieta e exercícios físicos. O que fazer caso seu remédio leve à disfunção erétil Fale o mais cedo possível com seu médico, explique os problemas que a medicação tem trazido a você. Se o problema for o remédio e não apenas a pressão alta, a mudança para outro medicamento deverá resolver o problema. Mas como pressão alta sozinha já pode levar à impotência, pode ser que o problema persista. Uma saída, se seu médico permitir, é tomar remédios específicos para a disfunção erétil como Viagra e Levitra. Eles só poderão ser tomados se a pressão alta estiver sob controle. Guia do ciclo de resposta sexual São as seqüências de mudanças físicas e emocionais que acontecem quando uma pessoa é estimulada sexualmente, seja por meio do ato sexual ou da masturbação. É importante conhecer como seu corpo reage em cada parte deste ciclo, pois assim você poderá incrementar seu relacionamento e também ficará alerta para qualquer sensação incomum que possa ser resultado de um problema sexual. Quais são as fases deste ciclo? São três as fases: excitação, orgasmo e relaxamento. Tanto homem quanto mulheres experimentam as frases, mesmo que em tempos diferentes. Por exemplo, não é muito comum que parceiros consigam atingir o orgasmo ao mesmo tempo. Além disso, a intensidade da resposta sexual e o tempo dedicado a cada fase variam de pessoa para pessoa. Conhecer estas diferenças ajuda os parceiros a entenderem melhor as respostas do corpo um do outro e a melhorarem o desempenho sexual. Fase 1: Excitação As sensações desta fase podem durar minutos ou até horas. São elas: Aumento da tensão muscular cresceAcelração dos batimentos cardíacos e da respiração A pele pode ficar avermelhada Os mamilos ficam endurecidos O sangue flui para as partes genitais. Na mulher, o resultado é o inchaço do clitóris e dos pequenos lábios, enquanto que nos homens é a ereçãoComeça a lubrificação vaginalOs seios e as paredes vaginais incham Os testículos dos homens também aumentam de tamanho Fase 2: Orgasmo É a fase do clímax do ciclo de resposta sexual. É curta e geralmente não dura mais do que alguns segundos. As características gerais desta fase são:Contrações involuntáriasAumento da pressão sanguínea, dos batimentos cardíacos e da intensidade da respiração Ocorre uma repentina liberação da tensão sexual e uma forte sensação de prazer Nas mulheres, os músculos da vagina se contraem. O útero também realiza contrações ritmadas Nos homens, ocorrem contrações ritmadas dos músculos da base do pênis que resultam na ejaculação de sêmen Fase 3: RelaxamentoDurante esta fase, o corpo retorna aos poucos a seu estado normal de funcionamento. Os órgãos que antes estavam inchados e eretos voltam a seus tamanhos e formas anteriores. Esta fase é marcada por uma sensação de bem estar generalizada, aumento da intimidade com o parceiro e, muitas vezes, de cansaço também. Algumas mulheres são capazes de se recompor rapidamente do primeiro orgasmo e com nova estimulação sexual, atingir o que se chama de orgasmos múltiplos. Já com os homens isto não acontece. Eles precisam de um período maior para se recomporem após o orgasmo.